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Cinema Inclusivo Capsi Carim

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O Cinema Inclusivo é um projeto, o qual o Cinema Nosso abre as portas de sua sala de cinema para grupos fechados com o intuito de promover a acessibilidade cultural e ao cinema nacional.

No dia 18 de julho recebemos o grupo do Capsi Carim (Centro de Atenção Psicossocial da UFRJ) para mais uma sessão de filmes repleta de pipoca, guaraná e muita diversão. As crianças assistiram aos filmes: Pobre Yurinho, A velha a fiar, João – o galo desregulado e Cores e Botas. Todos os filmes são curtas metragens de produção nacional, estimulando a exibição de curtas, bem como promovendo a formação de público e inclusão cultural.

Se vocÊ tem algum grupo com interesse em nossas sessões do Cinema Inclusivo, entre em contato conosco através do email comunicacao@cinemanosso.org.br


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100x100Rio – Desafio mobilidade | Foi dada a largada!

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Demos início as atividades do 100x100Rio – Desafio Mobilidade Urbana na Rocinha.
Após uma tarde de apresentações e bate papos sobre o tema, os participantes tiveram uma imersão em mobilidade e tecnologia e, ao final do dia, estavam super motivados e animados para começar o curso.

Durante toda essa semana, os participantes vão aprender sobre produção de vídeos e já partir para ação documentando os problemas em mobilidade urbana na favela da Rocinha.

O segundo momento do projeto será o desenvolvimento de um aplicativo sobre uma das questões levantadas nos vídeos.

Acompanhe nossas publicações e, em breve, divulgaremos os resultados do projeto. Estamos ansiosos para discutir tecnologia, narrativas, mobilidade e território.

O 100X100Rio – Desafio Mobilidade é uma iniciativa do Cinema Nosso e Pontão Arroios com o patrocínio do Fundo Casa.


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CURSO DE EXTENSÃO | NARRATIVAS EM REALIDADE VIRTUAL – TÉCNICAS DE PRODUÇÃO

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O Cinema Nosso oferece o curso de extensão Narrativas em Realidade Virtual – Técnicas de Produção no mês de julho. 

Dia 14 de julho

Manhã – Conteúdo teórico – Do cinema para o VR, dos Games para o Cinema, dos Games para o VR – um novo mundo de narrativas imersivas. Apresentação de exemplos.

Tarde – Desenvolvimento de Roteiros e Storyboards em grupo para o projeto do curso. Os alunos poderão desenvolver entre as aulas também.

Dia 21 de julho

Manhã – Conteúdo teórico – Video 360, técnicas para captação e narrativa em 360. Narrativas lineares vs. emergentes. Apresentação de exemplos.

Tarde – Prática de Captação de conteúdo dos roteiros da aula 1 – com Samsung Gear VR ou câmeras disponíveis.  Os alunos poderão captar entre essa e a próxima aula também.

Dia 28 de julho

Manhã  – Técnicas de edição de conteúdo imersivo, Ergonomia e ética do VR,  Poder e futuro do VR

Tarde  – Edição dos vídeos capturados na aula 2.

Educador: Nelson Porto

Trabalha no Studio KwO com pesquisa e desenvolvimento em VR interativo, além de fotogrametria e Scan 3d. Pesquisa formas de locomoção em VR e narrativas para meios imersivos. Produz e desenvolve técnicas de produção em VR cinemático, com filmagens em 360o. 

O curso vai acontecer nos dias  14, 21 e 28 de julho, das 9h às 18h. 

O valor do curso é de R$500,00.

Interessados favor preencher o formulário de pré-matrícula e aguardar informações referentes à formas de pagamento.

 Formulário de pré matrícula

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!


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[Cinema Inclusivo] – A Luneta do Tempo

No último sábado, dia 7, recebemos com muito afeto, o grupo Clube da Esquina (grupo de atividades de lazer assistido do IPUB/UFRJ, para mais uma sessão de cinema.

Por pedido do grupo, exibimos um filme estilo “bang bang”mas com sotaque brasileiro e nordestino. Eles assistiram ao filme A Luneta do Tempo, dirigido pelo cantor Alceu Valença. O filme repleto de poesia do estilo cordel, encantou a todos os presentes com a poesia e a história de Lampião e Maria Bonita regada a tons de música e a magia do circo.

O Cinema Inclusivo é um projeto realizado pelo Cinema Nosso que busca promover a acessibilidade cultural através do uso da sala de cinema, garantindo a cultura e o cinema a grupos fechados que possuem dificuldade no acesso aos mesmos bens culturais no circuito comercial. Atendemos a grupos de crianças em situação de vulnerabilidade social, de escolas públicas e  adultos com algum tipo de deficiência física ou mental.

Caso haja interesse em trazer um grupo para nosso projeto ou apoiá-lo, entre em contato através do email comunicacao@cinemanosso.org.br.

 


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BR3, por Andrea Cals

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O filme BR3, realizado no projeto LABs Produtora Escola, teve uma crítica escrita pela produtora Andréa Cals.

 

“Nos anos 70, Toni Tornado fez sucesso com a canção BR-3, de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar. A BR-3 da música tem duplo sentido: além de nos lembrar de uma rodovia, era o “apelido” da veia que recebia drogas injetáveis e falava de um lugar onde a gente corre, onde a gente morre,  e da criação de novos heróis a cada mês.

Os heróis do filme homônimo de Bruno Ribeiro são pessoas trans, moradoras de favelas cariocas. São 3 histórias de contextos diferentes para personagens reais, em busca do que todos – de qualquer gênero – queremos: oportunidade, sucesso, prosperidade, amor.

Não sei se há intencionalmente alguma relação pensada pelo diretor com a música citada, mas me parece curioso fazer uma correlação com os que tem as veias injetadas de hormônios, nessa corrida pela estrada da  vida, onde há pontos de partida, e somente portos de talvez.

Como sugere o plano final, a vida segue indiferente aos nossos dramas,  mas continua nos permitindo sonhos e até viagens multicoloridas.

E se é de esperanças que vivemos, Bruno nos deixa com a oração de Nina Simone: “Eu gostaria de saber como é a sensação de ser livre”, “Eu gostaria de poder compartilhar todo amor que há em meu coração”.”

O LABs Produtora Escola faz parte do programa Territórios Culturais RJ / Favela Criativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro , em parceria com a Light e a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL – Brasil.


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A Cor da Terça-Feira, por Clara Meirelles

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A Cor da Terça Feira, um dos filmes participantes do projeto LABs Produtora Escola ganhou de presente um texto-crítica da roteirista Clara Meirelles, que foi uma das mentoras do projeto.

“Um filme são muitos filmes. Principalmente para quem acompanha desde o primeiro rascunho.

Trabalhei como script doctor de Lucas Moratelli e Tainá Rei no roteiro do curta-metragem A Cor da Terça-Feira. A primeira versão de um script tem a força de ser o documento em que nós, roteiristas e diretores, exprimimos pela primeira vez nossos desejos e ideias sobre o filme. Lembro que a primeira impressão que tivemos, ao ler e analisar o roteiro inicial do curta do Lucas e da Tainá, foi de que havia ali mais personagens e elementos cinematográficos do que o ideal para dar consistência narrativa à proposta. Por isso, a principal tarefa da dupla foi encontrar o cerne do roteiro. Depois de várias conversas, o projeto foi redesenhado. A cada semana, o trabalho – ainda no papel – crescia, ganhando músculos e densidade.

 Meses depois, o filme fica pronto. O curta traz a delicadeza, a tragédia, os elementos essenciais do que eles queriam; flerta com a literatura, por apresentar um texto marcado e bonito; tem ações concentradas e precisas, e se ocupa do tempo presente asfixiado pelo passado. Trata da morte sem pudor e nos oferece o afeto em troca. E mais não digo, pois não quero dar spoiler.

 Que os dois jovens realizadores ainda batam muita claquete por aí. E vida longa ao Cinema Nosso, que organizou esse baile.

 Agora só falta você ver.”

Clara Meirelles é Roteirista e mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Desenvolve pesquisas acadêmicas e redação de roteiros para televisão, cinema e quadrinhos. Como pesquisadora, escreveu uma dissertação de mestrado sobre melodrama e teorias da comunicação. Como roteirista, escreveu seriados como “Quase Anônimos”(Multishow), “Amoral da História” (Multishow) e “Copa Hotel” (GNT). Integrou a equipe de roteiristas do núcleo de televisão da Conspiração Filmes e lá escreveu programas para a TV, entre os quais “Caminhos da escola” (TV Cultura). Escreveu também gibis da Luluzinha Teen e o interprograma “What’s On” do Universal Channel. O argumento para o longa-metagem “De estilingue” ganhou o prêmio do Ministério da Cultura para roteiristas estreantes. O roteiro de longa-metragem “O Monstro”, criado em parceria com David França Mendes, foi selecionado para o BR Lab. Também escreve para teatro: em 2014 estreou a peça “A Hora Perigosa” e o espetáculo de circo “Febril”. De 2015 a 2016 coordenou o Curso de Roteiro da Academia Internacional de Cinema do Rio de Janeiro.

O filme A Cor da Terça-Feira será lançado hoje, dia 8 de março de 2016, na Mostra LABs Produtora Escola, no Cine Odeon, a partir das 18h. Entrada franca.

O LABs Produtora Escola faz parte do programa Territórios Culturais RJ / Favela Criativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro , em parceria com a Light e a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL – Brasil.


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Cinema Inclusivo – Sessão dia 24/03

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O sábado passado foi de muitos risos e efeitos especiais. O pessoal do Clube da Esquina (grupo de lazer assistido do IPUB-UFRJ) esteve presente em mais uma sessão do Cinema Inclusivo.

O filme da vez foi Malasartes e o duelo com a Morte. O filme, situado no universo caipira, também é cheio de efeitos especiais e aventura. Isso encheu os olhos e a imaginação do nosso público que revelaram até se tratar de um “filme muito espiritual”.

O Cinema Inclusivo é um projeto da sala de cinema do Cinema Nosso que promove sessões fechadas de Cinema para grupos especiais como: crianças em situação de vulnerabilidade social, crianças com transtorno de espectro autista, adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental. Inclusão e cinema são palavras chaves importantes em nosso trabalho e nossa razão de ser.

 

 


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Sessão CAPSi Carim – Cinema Inclusivo

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No dia 26 de janeiro, a nossa sala de cinema se encheu de alegria ao receber um grupo de crianças do CAPSi CARIM (Centro de Atenção PsicoSocial Infanto juvenil), da UFRJ.

A sessão de cinema faz parte do projeto Cinema Inclusivo que recebe crianças e adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental, bem como oferece sessões para crianças em situação de vulnerabilidade social.

Foram exibidos os curtas Cores e Botas (dirigido por Juliana Vicente, 2010) e O Balãozinho Azul (de Faustón da Silva, 2013) para o público de 35 pessoas dentre crianças, familiares e psicólogos do CAPSI. Houve muita diversão, pipoca, doces e brindes para aqueles que respondiam as perguntas sobre os filmes corretamente.

Tal projeto faz parte da linha de atuação do Cinema Nosso que trabalha focada em acessibilidade cultural para crianças e jovens, permitindo que todos tenham acesso à magia do cinema.


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O Cineclube Anima Aqui apresenta Joana, dirigido por Juliana Vicente

Após de uma pausa na semana passada por causa do recesso de feriado, o Cineclube Anima Aqui voltou com tudo nessa sexta-feira (10). E de volta com a turma que inaugurou o cineclube desse ano, o 5° ano da escola Municipal Tiradentes, daqui do Centro. Dessa vez, a turma assistiu ao curta “Cores e Botas” com direção de Juliana Vicente. O filme conta a história de Joana, uma menina que vive nos 80 e que tem um sonho: ser paquita do programa da Xuxa. Porém, Joana é negra, e nunca se viu uma paquita negra na televisão.

Como já é de costume nas sessões do cineclube, os alunos debateram o filme, contaram sobre casos que lembraram a história do filme e comeram muita pipoca.

A sessão do Cineclube Anima Aqui, através da exibição de curtas, tem como objetivo promover o debate de diversos temas sociais entre os jovens estudantes de escolas públicas do Centro do Rio de Janeiro.

 

 


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Uma véspera de feriado muito especial para os alunos da Escola Municipal Tiradentes

Nessa quarta-feira (01), véspera de feriado, e começando o mês com o pé direito, o Cinema Nosso recebeu mais uma edição do Cineclube Anima Aqui com as crianças da Escola Municipal Tiradentes. Dessa vez, a sessão foi mais que especial; os espectadores da vez foram os alunos do 1° do Ensino Fundamental, que têm entre 7 e 8 anos de idade. Por causa da idade, nada melhor do que a exibição de filmes que façam despertar a imaginação e que as ajudem a questionar o mundo.

Nessa sessão, os filmes exibidos foram: “Lápis de cor” de Larissa “Fulana de Tal” e “Nana e Nilo – Tempo de Brincar” de Sandro Lopes; sendo este último, uma animação super divertida e imaginativa protagonizada por personagens negros.

E não menos importante, essa sessão teve um diferencial: ao invés de assistirem os filmes sentados na cadeira, as crianças deitaram em colchonetes espalhados pela sala de cinema, dando a elas mais diversão. Tudo isso acompanhado de muita pipoca.

A sessão do Cineclube Anima Aqui, através da exibição de curtas, tem como objetivo promover o debate de diversos temas sociais entre os jovens estudantes de escolas públicas do Centro do Rio de Janeiro.